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Xantia, modelo médio da Citroën completa 30 anos

Agora o Citroën Xantia já está apto a “placa preta” no Brasil

Modelo teve inúmeras versões e mais de 1,3 milhão de unidades produzidas. Por Marcos Camargo Jr.

30 anos de um clássico francês: Xantia

Agora o Citroën Xantia já está apto a “placa preta” no Brasil. O modelo médio apresentado há 30 anos com desenho do estúdio Bertone e diversos avanços de projetos na marca Citroën, o modelo teve inúmeras versões e mais de 1,3 milhão de unidades produzidas.

Linhas retas e aerodinâmicas foram criadas pelo estúdio Bertone

O Xantia estreou quase como um modelo de luxo da marca. Tinha motor 1,8 litro de 103cv, 2,0 litros de 123cv ou 155cv (16v) além de uma opção diesel 1,9 litro de 69/92cv. Freios ABS já estreavam nos modelos mais caros assim como suspensão Hydractive II com esferas que mantinham o conforto e altura do carro tornando o rodar mais confortável. A suspensão era uma evolução do sistema oferecido no DS e com inédito controle computadorizado.

Interior era menos arrojado mas em geral o Xantia tinha boa lista de equipamentos

O carro tinha sobretudo linhas modernas mas também um acabamento refinado para concorrer com modelos médios da época como Opel Astra, Peugeot 405, Toyota Carina e Corolla, Ford Mondeo e Volkswagen Passat.

Modelo tinha versões 1.6, mas estreou com 1.8 e 2.0 além do 1.9 diesel

Lembra a Stellantis “Conforto, segurança, tecnologia e prazer ao dirigir foram as palavras de ordem do lançamento do Xantia em 1993. Um conforto sem paralelo na época, com uma tapeçaria e bancos que se tornaram uma verdadeira assinatura do sedã e dos modelos que o sucederam. No interior, o Xantia exibia uma verdadeira harmonia entre cores e materiais em um espaço interno privilegiado e mais segurança a bordo”.

Xantia Break estreava em 1996

Em 1994 começou a ganhar novos itens além da versão Ativa que estreava o controle de rolagem do carro em curvas chamado “Systems Citroën de Contrôle Actif du Roulis”.

Suspensão hidropneumatica do DS deu origem às soluções do Xantia

Em 1996 chegava a perua Break, que chegou ser comercializada com sucesso no Brasil. Enquanto na Europa o carro ganha até um facelift em 1998 além de um novo motor V6 de 3,0 litros e 24 válvulas com 193 cv e 27,2kgfm a marca já trabalhava em um novo modelo que viria a ser o Citroën C5. No Brasil o Xantia teve boa aceitação em todas as duas versões mas especialmente naquelas sem sistema hidroativo de suspensão, cuja manutenção era bem complicada.

Controle de rolagem em curvas em um diagrama de época

Seja como for o Xantia saiu de linha pouco tempo após a estreia do C5 em 2001 mas chegou a ser montado ainda na China nos anos 1990 e no Irã até o ano de 2010.

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